Escola de cuidadoresTrabalhe conoscoGuias para a famíliaNewsletter
Central (11) 5579-0469 · WhatsApp (11) 93323-0077 · todos os dias, 8h às 18h
Conversar sobre o cuidado
Início › Escola EPAD › Hipodermóclise: Via Subcutânea na Prática
Treinamento online · Escola EPAD

Hipodermóclise: Via Subcutânea na Prática

Indicações, limites legais, técnica, soluções, medicamentos, complicações e cuidado no domicílio com a infusão subcutânea.

4 horas · 3 módulos e 10 aulas · certificado da EPAD · acesso por 12 meses · R$ 150, em até 12 vezes no cartão

Para quem é

Quem aproveita este curso

Curso para profissionais de enfermagem que já atuam, sobretudo em atenção domiciliar, geriatria e cuidados paliativos. O enfermeiro estuda a indicação, a escolha do sítio, a técnica de punção, a supervisão da equipe e a orientação à família. O técnico e o auxiliar aprendem a preparar e auxiliar, administrar o que foi prescrito pela via instalada conforme o protocolo, observar o sítio e o paciente, reconhecer complicações, registrar e saber quando chamar o enfermeiro.

O que você vai aprender
Explicar o que é a hipodermóclise, como ocorre a absorção pelo subcutâneo e quais são as vantagens e limitações da via.
Reconhecer indicações, contraindicações e sinais de gravidade que exigem outra via.
Descrever o que cada categoria da enfermagem pode fazer, segundo o Parecer Coren-SP 031/2014 e a legislação.
Identificar sítios, volumes por região, material, etapas da punção (conteúdo do enfermeiro) e cuidados de manutenção.
Reconhecer soluções e medicamentos usados por via subcutânea, as regras de compatibilidade e o que não deve ser infundido.
Identificar complicações, saber quando interromper a infusão e chamar o enfermeiro, orientar a família e registrar no prontuário domiciliar.
Conteúdo

3 módulos, 10 aulas

Módulo 1

Fundamentos e limites legais

O que é hipodermóclise e por que ela voltou
Indicações e contraindicações
Quem faz o quê: pareceres e limites legais
Módulo 2

Técnica: sítios, punção e manutenção da infusão

Sítios de punção e volumes por região
Material e técnica de punção
Infusão, manutenção e troca do sítio
Módulo 3

Soluções, medicamentos, complicações e domicílio

Soluções: o que pode e o que não pode
Medicamentos pela via subcutânea
Complicações: avaliar o sítio e saber quando parar
Hipodermóclise no domicílio: família, registro e continuidade
Como funciona

Estude no seu ritmo

Pré-requisitos: Formação em enfermagem (auxiliar, técnico ou enfermeiro) e atuação na área. Recomenda-se conhecer o conteúdo dos cursos de medicação e vias de administração e de cálculo de medicação da escola; o controle de sintomas em fim de vida é aprofundado no curso de cuidados paliativos.

Aulas em vídeo com slides, apresentadas pela professora virtual da Escola EPAD, criada a partir da enfermeira Andréia Teodoro (Coren-SP 94027), responsável técnica pelo conteúdo
Apostila e slides em PDF para baixar e estudar quando quiser
Quiz no fim de cada módulo e prova final
Certificado da EPAD de 4 horas, com QR Code, para quem conclui as aulas e tira 70% ou mais na prova final
Acesso por 12 meses, no computador ou no celular
15% de desconto no próximo curso da escola
Importante

Um curso teórico

O curso não habilita para realizar a punção da hipodermóclise. A punção exige treino prático e validação documentada no serviço, sob supervisão de enfermeiro e conforme o protocolo institucional; para técnicos e auxiliares, depende ainda de autorização expressa nesse protocolo, como pede o Parecer Coren-SP 031/2014. O certificado é de curso livre de atualização profissional e não confere habilitação profissional.

Este curso é teórico. A habilidade prática deve ser treinada e validada no serviço onde você atua, sob supervisão de enfermeiro e conforme o protocolo da instituição. Para quem trabalha com a EPAD, a prática acontece na Academy EPAD. Precisam ser treinados e validados na prática supervisionada: avaliação e escolha do sítio; preparo do material; punção com cateter não agulhado e teste de posição (pelo enfermeiro, e por técnicos e auxiliares só se o protocolo autorizar); fixação e identificação do curativo; administração em bolus e lavagem do cateter; controle do gotejamento; avaliação do sítio, retirada do dispositivo e registro.

ConversarWhatsAppLigar