Hipodermóclise: Via Subcutânea na Prática
Indicações, limites legais, técnica, soluções, medicamentos, complicações e cuidado no domicílio com a infusão subcutânea.
4 horas · 3 módulos e 10 aulas · certificado da EPAD · acesso por 12 meses · R$ 150, em até 12 vezes no cartão
Quem aproveita este curso
Curso para profissionais de enfermagem que já atuam, sobretudo em atenção domiciliar, geriatria e cuidados paliativos. O enfermeiro estuda a indicação, a escolha do sítio, a técnica de punção, a supervisão da equipe e a orientação à família. O técnico e o auxiliar aprendem a preparar e auxiliar, administrar o que foi prescrito pela via instalada conforme o protocolo, observar o sítio e o paciente, reconhecer complicações, registrar e saber quando chamar o enfermeiro.
3 módulos, 10 aulas
Fundamentos e limites legais
Técnica: sítios, punção e manutenção da infusão
Soluções, medicamentos, complicações e domicílio
Estude no seu ritmo
Pré-requisitos: Formação em enfermagem (auxiliar, técnico ou enfermeiro) e atuação na área. Recomenda-se conhecer o conteúdo dos cursos de medicação e vias de administração e de cálculo de medicação da escola; o controle de sintomas em fim de vida é aprofundado no curso de cuidados paliativos.
Um curso teórico
O curso não habilita para realizar a punção da hipodermóclise. A punção exige treino prático e validação documentada no serviço, sob supervisão de enfermeiro e conforme o protocolo institucional; para técnicos e auxiliares, depende ainda de autorização expressa nesse protocolo, como pede o Parecer Coren-SP 031/2014. O certificado é de curso livre de atualização profissional e não confere habilitação profissional.
Este curso é teórico. A habilidade prática deve ser treinada e validada no serviço onde você atua, sob supervisão de enfermeiro e conforme o protocolo da instituição. Para quem trabalha com a EPAD, a prática acontece na Academy EPAD. Precisam ser treinados e validados na prática supervisionada: avaliação e escolha do sítio; preparo do material; punção com cateter não agulhado e teste de posição (pelo enfermeiro, e por técnicos e auxiliares só se o protocolo autorizar); fixação e identificação do curativo; administração em bolus e lavagem do cateter; controle do gotejamento; avaliação do sítio, retirada do dispositivo e registro.