Cuidados com Dispositivos Venosos (Cateteres)
Do cateter periférico ao port: escolha, manutenção, complicações e cuidado no domicílio, com o papel de cada categoria da enfermagem.
4 horas · 4 módulos e 11 aulas · certificado da EPAD · acesso por 12 meses · R$ 150, em até 12 vezes no cartão
Quem aproveita este curso
Curso para profissionais de enfermagem que já atuam com terapia intravenosa, no hospital ou no domicílio. Técnicos e auxiliares aprendem a punção periférica, a manutenção dos dispositivos com prescrição de enfermagem e protocolo, a observação das complicações e quando chamar o enfermeiro. Enfermeiros revisam a avaliação da rede venosa, a gestão da terapia intravenosa, o curativo de cateter central, a punção do port e a supervisão da equipe no domicílio.
4 módulos, 11 aulas
Fundamentos: veias, dispositivos e limites legais
Cateter venoso periférico
Manutenção de cateteres centrais
Complicações e cuidado no domicílio
Estude no seu ritmo
Pré-requisitos: Atuar como auxiliar, técnico de enfermagem ou enfermeiro. Recomenda-se ter feito, ou fazer em paralelo, os cursos 09 (biossegurança e higiene das mãos) e 06 (medicação e vias de administração).
Um curso teórico
Não habilita para a inserção de cateter venoso central, que é ato médico, nem para a inserção de PICC, que exige qualificação ou capacitação do enfermeiro (Resolução Cofen 258/2001). Não autoriza técnicos ou auxiliares a puncionar o port, a fazer curativo de cateter central sem delegação formal ou a aplicar escalas de flebite. Não substitui o treinamento prático supervisionado e não confere habilitação profissional: é curso livre de atualização, a distância, com conteúdo teórico.
Este curso é teórico. A habilidade prática deve ser treinada e validada no serviço onde você atua, sob supervisão de enfermeiro e conforme o protocolo da instituição. Para quem trabalha com a EPAD, a prática acontece na Academy EPAD. Devem ser treinados e validados na prática supervisionada: punção venosa periférica, estabilização e cobertura, flushing e selamento, desinfecção de conectores e troca de equipos e conectores, retirada do cateter periférico, curativo de cateter central (enfermeiro e técnico delegado), punção do port com agulha não cortante (enfermeiro) e condutas iniciais nas complicações.